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Aumento dos preços dos importados impulsiona déficit na balança comercial de produtos químicos no Brasil

O déficit da balança comercial de produtos químicos atingiu US$ 7,5 bilhões nos quatro primeiros meses deste ano, equivalente a um avanço de 17,6% em relação ao mesmo período de 2017. De janeiro a abril de 2018, o preço dos produtos químicos importados subiu em média 33,7% em relação aos quatro primeiros meses do ano passado.

De janeiro a abril de 2018, o Brasil importou US$ 12,1 bilhões e exportou US$ 4,6 bilhões em produtos químicos. Na comparação com o mesmo período do ano passado, as importações cresceram 12,5% e as exportações 4,9%. No acumulado dos últimos 12 meses (maio de 2017 a abril de 2018), o déficit é de US$ 24,6 bilhões, confirmando a tendência de alta dos últimos meses.

Os intermediários para fertilizantes permanecem como o principal grupo da pauta de importação brasileira de produtos químicos, com compras de US$ 1,6 bilhão de janeiro a abril, queda de 17,1% em relação ao mesmo período de 2017. O grupo das resinas termoplásticas foi o mais exportado pelo País, com vendas de US$ 694,2 milhões entre janeiro e abril, e uma retração de 12,2% em relação aos mesmos meses de 2017.

De janeiro a abril, os produtos químicos responderam por 22,3% do total de US$ 54,2 bilhões em importações e 6,1% dos US$ 74,5 bilhões em exportações realizadas pelo País. As importações de produtos químicos movimentaram 11,5 milhões de toneladas e o volume das exportações chegou a 4,9 milhões de toneladas, retrações respectivamente de 15,9% e de 10,0% em relação aos quatro primeiros meses de 2017.

“O expressivo aumento dos preços de importados em todos os grupos de produtos químicos acompanhados é o principal fator que responde pela elevação do valor importado para mais de US$ 12 bilhões, maior montante para o período entre janeiro e abril desde 2014. É imprescindível que o País deixe de estar vulnerável às flutuações do câmbio e dos preços externos e o caminho para tanto é o fortalecimento da competitividade com políticas industriais claras e eficientes, permitindo melhor utilização da capacidade instalada e a atração de novos investimentos”, avalia Denise Naranjo, diretora de Assuntos de Comércio Exterior da Abiquim.

Fonte: ABIQUIM Informa

 
 
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