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PREVENÇÃO E ATUAÇÃO EM EMERGÊNCIAS AMBIENTAIS

Prevenção e controle de eventual impacto ambiental causado por vazamento de óleo foi tema da capacitação promovida pela Aliança na usina de Funil, nos dias 8 e 9 de maio. O treinamento contou com a participação de 30 profissionais da sede, usinas próprias e consorciadas, além de representantes da usina de Estreito e PCHs da Vale, nas quais a Aliança também tem atuação.

O treinamento foi dividido em dois módulos:

O primeiro, mais teórico, com a apresentação dos tipos de ocorrência de vazamentos de óleo e materiais adequados para cada situação.

Em um segundo momento, simulações de atuação durante emergências ambientais envolveram todos os participantes.

Segundo Saul Bettini, instrutor da Suatrans, empresa contratada para ministrar o treinamento, antes de as equipes partirem para o trabalho de campo é importante que saibam mapear o cenário e avaliar a adequação de seus equipamentos e materiais para garantir uma atuação efetiva. “Você pode até saber o que fazer na prática, mas se não tiver os insumos adequados, a efetividade da atuação estará comprometida“, afirma.

Já os exercícios simulados visaram a preparação das equipes para atuar de forma rápida e eficiente durante um possível vazamento de óleo no barramento. Guilherme Bretas, coordenador da usina de Funil, explica que a mobilização da Suatrans para atendimento a uma ocorrência ambiental dessa natureza pode levar, em média, até 2 horas para chegada efetiva ao local. Por isso, é imprescindível que as equipes internas tenham conhecimento para atuar assim que identificado o problema, controlando ou minimizando os eventuais danos até a chegada da equipe especializada.

Veja o depoimento de quem participou:

“O treinamento superou as expectativas, trouxe de forma claro os riscos e a necessidade de se estar preparado com recursos e pessoas capacitadas, além de um bom plano de contingência. Uma ocorrência ambiental, tal como os exemplos que abordamos aqui, exige agilidade na tomada de decisão. Então, poder trocar informação e conhecimento para melhorar nossa atuação certamente colabora para medidas preventivas e de mitigação dos impactos”, Renê Vilhena Bastos, usina Porto Estrela.

“O que foi discutido no treinamento contribuiu para que possamos reavaliar os nossos procedimentos internos, com um olhar mais qualificado e mais atento às variáveis que precisamos considerar: análise de cenários, preparação da equipe de atuação, avaliação dos materiais e equipamentos mais adequados, colaborando para uma atuação mais assertiva”, Guilherme Melazo, CCBE, usinas Amador Aguiar I e II.

“Já estamos trabalhando nos desdobramentos do treinamento. Uma das primeiras ações é levar as informações e técnicas que aprendemos ao conhecimento do restante da equipe, que não pode estar presente, para nivelar nossa atuação e torná-la mais coesa e ajustada à nossa realidade”, Paula Bassular, usina de Aimorés.

Matéria sugerida pela Luciana Lima / Suatrans

Fonte: Comunicação / Aliança Energia
Créditos das imagens: Comunicação / Aliança Energia

Galeria de Imagens:








 
 
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